Espaço na Casa de Cultura Mário Quintana é tributo a Elis Regina

Casa de Cultura Mario Quintana possui um espaço dedicado à memória da grande cantora brasileira Elis Regina.

Especialmente planejado para reunir documentos e materiais, doados por colecionadores, críticos, fãs e público em geral, sobre a vida e a obra da “Pimentinha”, com espaço para a exibição de audiovisuais, audição de CDs, apresentações musicais e encontros. Elis Regina (Porto Alegre, 17/3/1945 – São Paulo, 19/1/1982)
Iniciou sua carreira em 1957 como cantora e intérprete em programas de auditório em Porto Alegre, entre eles Clube do Guri e Programa Maurício Sobrinho. Em 1961 lançou seu primeiro disco, Brotolândia. Venceu o I Festival de MPB, da Excelsior (RJ), em 1965, com a música Arrastão, de Edu Lobo e Vínicius de Moraes.No ano de 1967, países como França, Alemanha e Suécia aplaudiram o canto de Elis Regina. Teve como parceiros musicais Tom Jobim, Toquinho e Ronaldo Bôscoli. No período de 1961 a 1982, a cantora atingiu a marca de 48 discos gravados. Em 1981, foi aclamada pelo sucesso do último espetáculo Trem Azul.

fonte: http://www.ccmq.com.br/espacos/174/acervo-elis-regina
Foto: Darlene Silveira

A Casa de Cultura Mário Quintana

A história da Casa de Cultura Mario Quintana começa em julho de 1980 com a compra do antigo prédio do Hotel Majestic pelo Banrisul. Em 29 de dezembro de 1982, o governo do estado adquiriu o imóvel do Banrisul e um ano depois, em 1983, o prédio foi tombado como Patrimônio Histórico, passando a ser Casa da Cultura.


A transformação física do hotel em Casa da Cultura entre a concepção do projeto e a construção ocorreu de 1987 a 1990. O projeto foi assinado pelos arquitetos Flávio Kiefer e Joel Gorski, que foram desafiados a projetar 12. 000 m2 de área construída para a área cultural. , em 1. 540m2 de terreno.

Foto: Leandro Osório/Especial Palácio Piratini
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